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Milhões de pensamentos por segundo.

Milhões de besteiras feitas…

Momento de reflexão moral sobre minha vida.

É… Acho que está na hora de mudar, mas como mudar se não há nada que me dê forças para isso???

Perguntas sem respostas… Caminho sem direção alguma… Esforço por nada…

E a dor é pior do que qualquer outra que já senti.

Bloqueio intelectual e desmotivação pra qualquer coisa. Entorpecimento mental.

Tentar ser forte a todo e cada amanhecer… Mostrar os dentes apenas. Só quero voltar a sorrir como antigamente… E voltar a ser quem eu era. Não quero ser essa pessoa que me tornei… Quero meu equilíbrio de volta, minha vida de volta. Não quero apenas tentar sobreviver.

Estranho é TENTAR sobreviver, uma vez em que sobreviver já é terrível. Imaginem TENTAR ter esse “algo” terrível. Não há palavras que definam o quão ruim é tentar, tentar e tentar… Nem ao menos isso consigo.

Qual seria a minha utilidade aqui neste “plano”? Ocupar espaço apenas?

Antes de mais nada, eu tentei. Lavo minhas mãos.

“Quando tudo está perdido sempre existe um caminho, quando tudo está perdido sempre existe uma luz. Mas, não me diga isso, hoje a tristeza não é passageira.”

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada… a dolorida…

Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!…

Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber porquê…

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo para me ver
E que nunca na vida me encontrou!

Florbela Espanca

Nos ultimos tempos passaram algumas pessoas boas em minha vida, digo que passaram porque elas entraram em minha vida e depois se foram, elas entram e minha vida por uma grande simpatia momentanea do dois lados (acredito eu), mas com o tempo o encanto aparente se some ou as afasto (in)concientemente.

Acho que no final sou muito apegado ao passado recente e as pessoas do presente.

A ausencia das pessoas que se foram aparentemente me traz saudade, mas ao ver ao ligado a elas me sinto triste, triste por elas terem ido (talvez) ou magoa por ter feito algo ruim em um momento que achava ter razão.

Estou tentando melhorar como pessoa, ser alguem bom, talvez pra provar pra mim mesmoou quem sabe para que está ao meu lado agora.

Queria deixar de ser alguem tão dependente de atenção
Queria deixar de ser estupido por cobrar (tanto) isso
Queria não dá tanta importancia a falta de quem gosto
Queria ao menos manter-las por mais tempo ao meu lado

Tem dias que isso me afeta, mas acho que já me conformei.

A individualidade do homem tem tão pouco valor que nada perde com a morte; há alguma importância nos característicos gerais da humanidade, que são indestrutíveis.
Se concedessem ao homem uma vida eterna, sentiria tanta repugnância por ela que acabaria desejando a morte, farto da imutabilidade de seu caráter e de seu ilimitado entendimento.
Se exigíssemos a imortalidade perpetuaríamos um êrro porque a individualidade não deveria existir, e o verdadeiro fim da vida é livrar-nos dela.
Se não houvesse penas e trabalhos, acabaria o homem por enfastiar-se, e voltaria a sofrer as dôres do mundo em tudo o que se encontrasse ao seu alcance.
Num mundo melhor o homem não se sentiria feliz, o essencial seria fazer com que êle seja o que não é, isto é, transformá-lo completamente.
A morte realiza a principal condição; deixar de ser o que é; tendo isto em conta, concebe-se-lhe a necessidade moral.  Ser colocado noutro mundo, e mudar inteiramente de ser, é no fundo uma só e mesma coisa.
Seria conveniente que a morte, que destruiu uma consciência individual, a reanimasse de novo dando-lhe uma vida eterna? 
Qual o conteúdo, quase invariável desta consciência?  Uma torrente de idéias e preocupações mesquinhas, acanhadas, terrenas.  Melhor seria deixá-la repousar eternamente.  
[...]
Contemplando a expressão de suave serenidade refletido no rosto da maioria dos mortos, parece que o fim de tôda a atividade da vida, seja um consôlo para a fôrça que a mantém.

por Arthur Schopenhauer

É engraçado não consigo lembrar de quando eu era criança, lembro dos 17 pra cá, não sei se é só meu caso mas, me lembro somente de momentos realmente bons ou realmente ruins e é sempre com uma música o algo que me lembre remotamente do que aconteceu, por conta propria não gosto de penssar nisso porque na maioria das vezes só me deixa triste, ou pelas coisas q foram runs ou pelas boas que foram estragadas.

24/08/2007

E por um tempo eu tive a ilusão de que a lunática havia me deixado, mas não… Ela permanece em minha cabeça. Estava apenas dormindo.

Uma ajuda seria bem vida. Talvez uma compreensão…

Com isso eu apenas afasto todos que estão do meu lado, como sempre acaba acontecendo…

Eminentemente profética, embora não necessariamente utópica… Isso que eu sou. Aliás, nisso que a loucura me transformou.

Não sei mais pensar por mim mesma. A lunática tomou conta de mim…

E o pior de tudo isso é que me afasto de todos… (in)conscientemente.

Que saudade de outros tempos…

Mas é isso, a vida continua… E os altos e baixos (de 5 em 5 minutos) também, infelizmente. Entorpecida sem uso de entorpecentes…
Anestesiada com essa vida… (ou algo parecido com vida).

E se alguém quiser, “I see you on the dark side of the moon”. É lá que estarei. Utópico, não?

Intermitências…

Acho que a palavra diz por si só…

Vazio mental… Nada como um dia anterior que faz com que esse vazio retorne…

E tais vazios vêm desde sempre. Não sei dizer se bons ou ruins.

Sessões de nostálgicas mal lembradas. E isso tudo misturado com o vazio interno enquanto apenas “mostro os dentes” ao invés de sorrir.

Vida complicada, não?

Não saber realmente o que estou sentido no momento. É algo muito estranho.

Sem capacidade mental pra fazer um post decente, mas apenas pra constar.

E a música que não sai da minha cabeça: “Again I go unnoticed”.

Out of time.

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seguem os codigos qlqr duvida deixar comentado aew.

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só pra constar